Ambinergia 2009: Prof. Doutor Raul Sturari
Exponor – Centro de Congressos - Sala Henry Tillo - 6 de Junho de 2009
Seminário Internacional “Energia que Futuro e Segurança para o Século XXI”
Raul José de Abreu Sturari, Doutor em Política e Estratégia pela Escola de Guerra Naval (Brasil). Doutor em Aplicações, Planejamento e Estudos Militares pela Escola de Comando e Estado-Maior do Exército Brasileiro. Especializado em Pedagogia (pós-graduação) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Graduado em Administração pela Faculdade de Ciências Administrativas e Contábeis de Lins (Lins, SP). Presidente do Instituto “Sagres – Política e Gestão Estratégica Aplicadas”. Professor de pós-graduação da Fundação Universa (Universidade Católica de Brasília). Coordenador do Instituto Sagres junto ao Projeto Cenários Ambientais 2020, da Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo. Foi Secretário Executivo do Núcleo de Assuntos Estratégicos da Presidência da República. Possui os títulos de Professor Militar da Força Armada de El Salvador, na América Central, de Professor Honorário da Universidade Privada do Norte, do Peru, e de Hóspede Distinto da Universidade Nacional de Trujillo, no Peru.
16.00 - O Professor Doutor Raul Sturari, Presidente do Instituto Sagres situado em Brasília, antecedendo a sua exposição fez um momento de homenagem ao General Carlos de Meira Mattos. Seguidamente debruçou – se na produção de energia do universo Lusófono, passando em revisão as diversas fontes de energia. Apontou que o pré - sal do Brasil está ainda a começar a ser explorado e que é preá existência de um pré sal na costa de Angola e de jazidas marítimas no Golfo da Guiné. Ressaltou e explicou a necessidade dos governos recorrerem á prospecção e construção de cenários para assegurar uma exploração sustentável de recursos naturais energéticos. Citou que Angola e Moçambique têm condições de produzirem bio - combustível e que tal potencialidade deverá ser aproveitada. Referindo – se a Timor realçou a já ativa produção petrolífera com sinergia com a Austrália a com a China. Insistiu na partilha das tecnologias de ponta na produção energética entre apises lusófonos para construírem estratégias nacionais parceiras.

