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	<title>CEPEN.org</title>
	<link>http://www.cepen.org</link>
	<description>Centro de Estudos de Políticas e Estratégias Nacionais</description>
	<lastBuildDate>Thu, 11 Mar 2010 10:22:10 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Centros Mundiais de Poder</title>
		<description>A idéia de “CMP”  pode aplicar-se a diversos momentos da História, talvez ao longo de toda a História, variando o âmbito do que se chama de “mundial”  em cada momento, a natureza desse poder e a possível projeção histórica de um CMP.

Com efeito, o império persa sob Dario ...</description>
		<link>http://www.cepen.org/2010/03/centros-mundiais-de-poder/</link>
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		<title>Nossa vitória final&#8230;</title>
		<description>As asas do meu ideal... A glória do meu Brasil...

Em Pistóia, turistas brasileiros iniciavam o percurso pela senda da Força Expedicionária Brasileira (FEB). Aqueles turistas, além de brasileiros, eram, também, irmãos de armas, acompanhados de suas esposas, que se dispunham a visitar sítios até hoje marcados pela passagem e pelos ...</description>
		<link>http://www.cepen.org/2010/03/nossa-vitoria-final/</link>
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		<title>Globalização: Internalização da internacionalização</title>
		<description>Do meu ponto de vista, a globalização – que é a forma como foi batizada a internacionalização da economia – é um processo irreversível, dificilmente administrável de dentro do país para o contexto das nações, pois o comando do mesmo está totalmente na  mão dos países ricos.O que os ...</description>
		<link>http://www.cepen.org/2010/02/globalizacao-internalizacao-da-internacionalizacao/</link>
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		<title>A importância do Atlântico Sul</title>
		<description>As vias marítimas de comércio internacional são importantes para os países ribeirinhos de cada um dos oceanos ou mares, mas são também importantes para os outros, principalmente para aqueles que, do ponto de vista sócio-económico, mais dependem do exterior. Quanto maior a economia maior a dependência do exterior, e daí ...</description>
		<link>http://www.cepen.org/2010/02/a-importancia-do-atlantico-sul/</link>
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		<title>Indústria de Defesa: Uma Proposta Para Reflexão</title>
		<description>1. INTRODUÇÃO 
Uma abordagem abrangente da indústria de defesa nacional deveria contemplar o envolvimento científico e tecnológico multidisciplinar e inovador com reflexos na economia, bem como ressaltar os efeitos duais no progresso industrial. Inúmeros exemplos podem ser apontados de indústrias de armamento e de países que, não raro, têm sua ...</description>
		<link>http://www.cepen.org/2010/01/industria-de-defesa-uma-proposta-para-reflexao/</link>
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		<title>Uma questão de soberania e de autodeterminação</title>
		<description>

Indústria Brasileira de Defesa - Uma questão de soberania e de autodeterminação

Não há como negar que a indústria de defesa é considerada, em qualquer nação moderna, um setor altamente estratégico e diretamente relacionado com a soberania do Estado e com a autodeterminação de um povo.  No entanto, para desenvolver-se, ...</description>
		<link>http://www.cepen.org/2010/01/uma-questao-de-soberania-e-de-autodeterminacao/</link>
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		<title>O Brasil diante dos Desafios Internacionais em Segurança e Defesa</title>
		<description>

O novo ordenamento internacional

É razoável afirmar que – de uma maneira geral – foi um sucesso a estratégia adotada pelos Estados Unidos no período que vai do fim da Segunda Guerra Mundial até a promulgação, por George W. Bush, da Estratégia de Segurança Nacional dos Estados Unidos de Setembro de ...</description>
		<link>http://www.cepen.org/2009/12/o-brasil-diante-dos-desafios-internacionais-em-seguranca-e-defesa/</link>
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		<title>Indústria Brasileira de Defesa: Uma questão de soberania e de autodeterminação</title>
		<description>

RETROSPECTIVA E CONJUNTURA ATUAL

O ciclo dos arsenais – de 1762 a 1889

O ano de 1762 marcou o início das atividades industriais no âmbito das Forças Armadas no território brasileiro. Naquele ano, o Vice-rei, Gomes Freire de Andrade, o Conde de Bobadela, fundou, no Rio de Janeiro, a Casa do Trem ...</description>
		<link>http://www.cepen.org/2009/12/industria-brasileira-de-defesa-uma-questao-de-soberania-e-de-autodeterminacao/</link>
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		<title>A Estratégia Nacional do Brasil</title>
		<description>Toda política responde ao que fazer. A política de defesa responde o que fazer para defender o Brasil. Mas defender o Brasil de que? Das ameaças que pesam sobre ele. E que ameaças seriam essas? São aquelas que pesam sobre seu destino de ser centro. Aqui está a resposta.

E para ...</description>
		<link>http://www.cepen.org/2009/11/a-estrategia-nacional-do-brasil/</link>
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		<title>A Estratégia Nacional e a Energia</title>
		<description>A história do mundo industrial é uma história recente. É a história da apropriação da natureza através de uma forma nova de mediação. A partir do século XVIII, a apropriação da natureza deixou-se de fazer exclusivamente pela interação física do corpo humano ou do corpo das bestas com a natureza. ...</description>
		<link>http://www.cepen.org/2009/10/a-estrategia-nacional-e-a-energia/</link>
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		<title>A Estratégia Nuclear e a Estratégia Revolucionária</title>
		<description>Com a explosão das duas bombas atômicas em Hiroshima e Nagasaki, em 1945, houve um tremendo impacto no campo da Estratégia militar. Surgia uma nova arma de poder destruidor e mortífero nunca antes imaginado e contra a qual não se vislumbrava nenhum recurso de defesa. A ameaça de guerra nuclear ...</description>
		<link>http://www.cepen.org/2009/10/a-estrategia-nuclear-e-a-estrategia-revolucionaria/</link>
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		<title>Estratégia Militar - Fundamentos</title>
		<description>"A Estratégia militar é a arte do emprego da batalha para alcançar os objetivos da guerra." (Clausewitz, Vom Kriege. )

"A Estratégia militar é a arte de distinguir e aplicar os meios militares para atingir o objetivo da guerra." (Liddell Hart, Strategy. )

Fundamentos

Vimos, anteriormente, que a origem da Estratégia foi militar, ...</description>
		<link>http://www.cepen.org/2009/10/estrategia-militar-fundamentos/</link>
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		<title>Estratégia Militar - Princípios de Guerra ou Princípios Estratégicos  - Estratégia de Ação Direta</title>
		<description>O principal mérito de Carl von Clausewitz, nos 40 anos em que serviu a vários exércitos em várias guerras, de 1792 a 1831, foi o de participar e de meditar sobre as duas guerras que marcaram o “turning point” da Estratégia militar - as guerras da Revolução Francesa que finalizaram ...</description>
		<link>http://www.cepen.org/2009/10/estrategia-militar-principios-de-guerra-ou-principios-estrategicos-estrategia-de-acao-direta/</link>
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		<title>Estratégia Militar - Princípios de Guerra ou Princípios Estratégicos - Ação Indireta</title>
		<description>Para o General Beaufre (lntroduction a la Stràtegic), a Estratégia de ação indireta representa hoje uma diversão bélica que substitui a guerra total, tornada impraticável desde o aparecimento da arma nuclear. Diz o mesmo autor que "a Estratégia de ação indireta é o complemento e, de certa forma, o antídoto ...</description>
		<link>http://www.cepen.org/2009/10/estrategia-militar-principios-de-guerra-ou-principios-estrategicos-acao-indireta/</link>
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		<title>Guerra nas Estrelas - Strategic Defense Iniciative</title>
		<description>Desde abril de 1945 quando as duas primeiras bombas atómicas foram lançadas sobre as cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki, numa dramática decisão do Presidente Truman, destinada a abreviar o fim da 2 Guerra Mundial, a humanidade assiste com apreensão e incertezas a uma escalada do arsenal nuclear das superpotências.

O ...</description>
		<link>http://www.cepen.org/2009/10/guerra-nas-estrelas-strategic-defense-iniciative/</link>
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		<title>Os programas de novas tecnologias aplicáveis á defesa estratégica na Europa ocidental, Japãoe União Soviética</title>
		<description>Reconhecidamente o programa SDI do governo norte - americano é o mais conhecido e respeitado no mundo, no que diz respeito à exploração de novas tecnologias para sua aplicação no campo militar. As razões são óbvias. O patético e impressionante pronunciamento do Presidente Reagan, de 1983, convocando a comunidade científica ...</description>
		<link>http://www.cepen.org/2009/10/os-programas-de-novas-tecnologias-aplicaveis-a-defesa-estrategica-na-europa-ocidental-japaoe-uniao-sovietica/</link>
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		<title>O impasse no confronto nuclear - Os Efeitos da Estratégia da Dissuasão</title>
		<description>Através dos últimos quarenta anos o conceito da estratégia nuclear dos norte-americanos vem evoluindo periodicamente.

Enquanto o governo de Washington admitia sua nitida superioridade no emprego da arma nuclear, isto é, até os anos 50, a concepção estratégica predominante era a da retaliação maciça.

Quando os soviéticos lançaram sua primeira bomba de ...</description>
		<link>http://www.cepen.org/2009/10/o-impasse-no-confronto-nuclear-os-efeitos-da-estrategia-da-dissuasao/</link>
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		<title>Desenvolvimento da eletrónica e da técnica de raios dirigidos</title>
		<description>Trinta anos de pesquisas sobre técnicas de emissão à distância, utilizando feixes de luz concentrada, fluxos de partículas neutras aceleradas, emissões de plasma, ondas micro métricas, projéteis supersónicos, permitem hoje acreditar-se no estabelecimento de um sistema de defesa capaz de interceptar, no espaço, os mísseis portadores de arma nuclear.

Em 1983, ...</description>
		<link>http://www.cepen.org/2009/10/desenvolvimento-da-eletronica-e-da-tecnica-de-raios-dirigidos/</link>
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		<title>A necessidade de conter a escalada de armas nucleares - O insucesso das Conferências e Acordos de Limitação</title>
		<description>A energia nuclear surgiu no cenário mundial através de sua aplicação bélica pelos Estados Unidos, no Japão, em 1945. Sua utilização para fins pacíficos foi um subproduto de seu uso militar.

É interessante historiar-se os diferentes cenários da política internacional relacionados com o problema nuclear, a partir das explosões sobre as ...</description>
		<link>http://www.cepen.org/2009/10/a-necessidade-de-conter-a-escalada-de-armas-nucleares-o-insucesso-das-conferencias-e-acordos-de-limitacao/</link>
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		<title>Política e Estratégia</title>
		<description>Segundo Maurice Duverger, a Política para uns, é a ciência do Estado, enquanto para outros é a ciência do Poder. Esta dicotomia, para nós, não existe de forma nítida. O poder é inerente ao Estado, tanto assim, que o Estado inexiste sem o poder.

Buscando conceitos entre os nossos pensadores da ...</description>
		<link>http://www.cepen.org/2009/10/politica-e-estrategia/</link>
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